sexta-feira, 24 de julho de 2009

Que pena amor, cai fora. ♫     x)


૪ Nunca mais quero você na minha frente. E dessa vez falo sério. Nunca mais quero ouvir a sua voz, mesmo que seja se derramando em desculpas. Nunca mais quero ver a sua cara, nem que seja se debulhando em lágrimas arrependidas. Quero que você suma do meu contato, igual a um vírus ao qual já estou imune. A verdade é que me enchi. De você, de nós, da nossa situação sem pé nem cabeça. Não tem sentido continuarmos dessa maneira. Eu, nessa constante agonia, o tempo todo imaginando como você vai estar. E você, numas horas doce, noutras me tratando como lixo. Não sou lixo. Tampouco quero a doçura dos culpados, artificial como seu amor. Fico pensando como chegamos a esse ponto. Como nos permitimos deixar nosso “amor” acabar nesse estado, vendido e desconfiado. Não quero mais descobrir coisas sobre você, por piores ou melhores que possam ser. Não quero mais nada que exista no mundo por sua interferência. Assim, chega. Chega de brigas, de berros. Chega de climas, de choros, de silêncios abismais. Para quê, me diz? O que, afinal, eu ganho com isso? A companhia de uma pessoa amarga, que já nem quer mais estar ali, ao meu lado, mas em outro lugar? O tédio a dois - essa é a minha parte no negócio? Sinceramente, abro mão. Vou atrás de um outro jeito de viver a minha vida, já que em qualquer situação diferente estarei lucrando. Mas antes faço questão de te dizer três coisas. 
Primeira: você não é tão interessante quanto pensa. Não mesmo. Tive bem mais decepções do que surpresas durante o tempo em que estivemos juntos. 
Segunda: não vou sentir falta do teu corpo. Já tive melhores, posso ter novamente, provavelmente terei. Possivelmente ainda esta semana. 
Terceira: fiquei com um certo nojo de você. Não sei por quê, mas sua lembrança, hoje, me dá asco. Quando eu quiser dar uma emagrecida, vou voltar a pensar em você por uns dias.
Bom, era isso. Espero que essas palavras consigam levantar você do estado deplorável em que se encontra. Mentira. Não espero nenhum efeito disto, em você, porque, aí, ver-me-ia torcendo pela sua morte. Por remorso. E como já disse, e repito, para deixar o mais claro possível, nunca mais quero saber de você. Se, agora, isso ainda me causa alguma tristeza, tudo bem. Não se cura um câncer sem matar células inocentes. (:

8 comentários:

  1. Belo desabafo

    http://padaquipadai.blogspot.com/

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  2. Cara mandou muito bem parece até uma musica da até vontade de cantar
    muito bom

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  3. AUHAUAHU, muito obrigada gente. De verdade. :')

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  4. parece que este é o seu primeiro post no blog.
    (se não for, me desculpe)
    seja bem vinda ao mundo dos blogs, a blogsfera te acolhe de braços abertos.
    um abraço do serjão. o marmanjjus.

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  5. adoorei o 'desabafo'. acho que é o que muuita gente queria dizer e não consegue. bom mesmo.
    te seguirei.

    quando der, dá uma passada lá:
    http://ma-criacao.blogspot.com/

    obrigaada!

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  6. Sim, Serjão. Foi meu primeiro post. Muito obrigada por me receber bem, fico realmente muito grata. (: //
    Obrigada Maria Cláudia, realmente, também vejo assim, é o que muitas pessoas sentem mas não conseguem expressar. Já estou indo lá. :')
    beeijos:*

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  7. hsauhuashuas suuuuuceeessooooo! eu me sentiria muito mal se fosse pra mim shsahsauhsua

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